Ganhamos apenas quando você ganha: como funciona o modelo de parceiros da InterMIND
Nosso programa de parceiros cabe em uma frase: você nunca nos paga antes de receber. $0 antecipado, $0 fixo — jamais.
Essa frase levanta questões razoáveis no momento em que você a leva a sério. Uma parcela de qual receita? Nós vemos seus clientes? Quantos assentos você precisa licenciar? O que acontece em um trimestre em que você não ganha nada? Quem conta o quê e como você sabe se a fatura está correta?
Este post responde a todas elas, em ordem, com a aritmética à mostra. Ele existe para que você possa entender todo o modelo antes da primeira chamada — e para que a primeira chamada possa ser sobre seus contratos, não sobre nossa mecânica.
Para quem é isso
O programa tem duas trilhas, e elas funcionam de forma diferente:
- Provedores de serviços de idiomas (LSPs) — agências de interpretação que oferecem interpretação remota ou presencial, de detentores de estruturas nacionais a práticas de um único intérprete. Você obtém a plataforma como uma ferramenta de entrega white-label: sua marca, sua cobrança, seu cliente. Nós recebemos uma parcela da receita sobre o que você fatura — nada mais.
- Integradores de TI e AV — empresas que constroem e vencem licitações em verticais como tribunais e saúde, onde a capacidade de tradução é uma linha em uma proposta maior. Esta é uma trilha clássica de revendedor: toda a fase de pré-venda é gratuita, e você compra a um preço de atacado apenas depois de vencer.
A maior parte deste post percorre a trilha LSP, porque é aí que a mecânica é menos familiar. A trilha do integrador está resumida abaixo.